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Fábulas: Grupo Clowns de Shakespeare (RN)

29 e 30/8, às 16h
Teatro Funarte Plínio Marcos
Eixo Monumental - Setor de Divulgação Cultural - Fone: 3223-2441

Grupo de pesquisa teatral sediado em Natal, no Rio Grande do Norte, os Clowns de Shakespeare trabalham desde 1993, buscando promover a união entre textos clássicos e elementos do universo popular nordestino. Neste seu primeiro espetáculo dedicado ao público infantil, a companhia utiliza como fonte as fábulas de Esopo e La Fontaine, a partir de uma seleção feita por Monteiro Lobato, para enfatizar a importância de contar histórias para a criançada. A direção é de Fernando Yamamoto. Três atores da companhia Clowns de Shakespeare contam quatro fábulas, durante as quais assumem voz e movimentos dos animais envolvidos em cada narrativa. Estão em cena A onça e o coelho, A galinha e a raposa, A cotia Ana Maria e O veado e o sapo. O espetáculo inclui ainda uma versão para Bom Dia Todas as Cores, de autoria da escritora Ruth Rocha.
Pupila D'Água: La Casa Incierta (Espanha/Brasil)

31/8 a 2/9, às 10 e 11h
Teatro Funarte Plínio Marcos
Eixo Monumental - Setor de Divulgação Cultural - Fone: 3223-2441

Para bebês de 0 a 3 anos de idade. A arquitetura da peça é composta por várias linhas, camadas ou níveis de aproximação do universo da emoção da primeira infância. Momentos como o nascimento, a decisão de assumir o próprio destino ou a intensidade de viver se entrelaçam com uma estória simples narrada através de um poema, de um gesto ou de um alento. O espetáculo apresenta o trabalho de duas atrizes brasilienses radicadas na Espanha. Clarice Cardell e Fernanda Cabral são dirigidas por Carlos Laredo. La Casa Incierta é uma companhia de teatro hispano-brasileira que reside em Madri, na Espanha, onde desenvolve uma atividade pioneira no âmbito da produção cultural da arte para bebês. Há mais de 10 anos, este trabalho vem sendo difundido na Europa, principalmente a partir do festival Teatralia, dedicado ao teatro para a primeira infância. Há cinco anos, a companhia criou espetáculos dedicados aos bebês, com os quais tem circulado por França, Itália, Portugal, Bélgica, Espanha e Rússia, realizando mais de 1000 apresentações para público familiar e de escolas infantis.
Cordas e Contos: Eliana Carneiro (DF)

De 31/8 a 2/9, às 16h
Teatro Funarte Plínio Marcos
Eixo Monumental - Setor de Divulgação Cultural - Fone: 3223-2441

Na tela: filmes de animação e curtas metragens. No palco: atores, músicos profissionais e crianças que se unem para cantar, dançar e contar cinco histórias: No começo do mundo, A velha e a lua, A menina Abudi, O Pássaro da Caverna Escura e Capitão Nazo. Com muitas cordas coloridas que compõem o cenário e os figurinos, além de bonecos, máscaras, tambores, violões, pífanos, alfaias e alguns instrumentos exóticos como o didjeridoo, o berimbau de boca e o harmônio, o espetáculo recupera o prazer da contação de histórias. Seguindo uma trajetória marcada por encenações originais, apresentadas em São Paulo e Brasília, e integrando várias linguagens, a diretora, autora e intérprete Eliana Carneiro se inspira na memória arquetípica brasileira e mergulha no mundo mítico e simbólico das tribos primitivas e dos seres imaginários. Em cena está o grupo Os Buriti.
A Geometria dos Sonhos: La Casa Incierta (Espanha/Brasil)

3 a 5/9, às 10h30 e 17h
Teatro Funarte Plínio Marcos
Eixo Monumental - Setor de Divulgação Cultural - Fone: 3223-2441

Para bebês de 0 a 3 anos de idade. A Geometria dos Sonhos é um caminho poético que evoca a história da metamorfose de uma pedra. A força do desejo move a pedra desde as entranhas da terra até seu destino, convertida finalmente em uma nuvem para assim completar seu sonho de poder chorar. Com Clarice Cardell e direção de Carlos Laredo.
Chapeuzinho Vermelho: Cia Le Plat de Jour (SP)

7 e 8/9, às 16h
Teatro Funarte Plínio Marcos
Eixo Monumental - Setor de Divulgação Cultural - Fone: 3223-2441

Uma grande brincadeira, onde duas palhaças, as atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto, descobrem um armário cheio de "chapéus". Estes "chapéus" serão os instrumentos usados por elas para fazer uma viagem de brincadeiras, guiadas pela estória de Chapeuzinho Vermelho. Os "chapéus" definem os personagens do "Lobo Mau", "Chapeuzinho Vermelho", "Mãe", "Avó" e "Caçador". Basta colocar um deles para que a atriz assuma a personalidade da figura representada. O espetáculo enfatiza, seguidas vezes, que no palco estão duas palhaças tentando fazer o melhor para contar a estória, compondo uma alegoria do teatro dentro do teatro.
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