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Prêt-à-Porter 8: CPT – Centro de Pesquisa Teatral (SP)

29/8 às 18 e 20h; dia 30/8 às 19h
Pavilhão de Vidro do CCBB
SCES Trecho 2 Conjunto 22 - Fone: 3310-7087

Oitava edição da mostra de cenas teatrais criadas pelos atores do Centro de Pesquisa Teatral, sob direção de Antunes Filho. As performances sintetizam o método de treinamento do ator, que aposta numa linguagem naturalista. Encenação das peças Ponto Sem Retorno, de Emerson Danesi e Marcelo Szpektor, Exiladas, com Marília Simões e Aline Filócomo, e Velejando Na Beirada, com Marcelo Szpektor e Pedro Abhull.
Pequenos Milagres: Grupo Galpão (MG)

29 e 30/8, às 21h
Sala Martins Penna
Teatro Nacional Claudio Santoro
Endereço: Eixo Monumental - Fones: 3325-6239 e 3325-6256, das 12h às 20h.

Resultado do projeto Conte sua História, criado em 2006. A companhia mineira convocou o cidadão comum a enviar uma história curiosa para ser encenada pelo grupo. Acabou recebendo 600 histórias. Pequenos Milagres, que tem direção de Paulo de Moraes, é a encenação de quatro destas narrativas: Cabeça de Cachorro, O Pracinha da FEB, O Vestido e Casal Náufrago. A montagem marca a estréia da parceria entre o Galpão e Paulo de Moraes, que dirige a Armazém Companhia de Teatro.

O Grupo Galpão tem patrocínio da Petrobras.

A Pedra do Reino: Grupo de Teatro Macunaíma e CPT (SP)

30/8 a 2/9, às 21h
Teatro do CCBB
SCES Trecho 2 Conjunto 22 - Fone: 3310-7087

Espetáculo teatralizado por Antunes Filho, a partir das obras Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-volta e História do Rei Degolado nas Caatingas do Sertão: ao Sol da Onça Caetana, ambas de Ariano Suassuna. Dividida em dois atos, a peça mostra as lembranças de Quaderna e seu embate com o Juiz Corregedor que quer responsabilizá-lo pela tentativa frustrada de uma revolução no sertão nordestino. A obra de Suassuna inspira-se num trágico episódio ocorrido em Pernambuco, em 1838, e ligado à crença no sebastianismo.
Muito Barulho por Quase Nada: Grupo Clowns de Shakespeare (RN)

1 e 2/9, às 21h
Caixa Cultural
SBS Quadra 4 Lote 3 e 4 - Fone: 3414-6456

A companhia promove a união da obra de Shakespeare com a tradição popular do Nordeste, seguindo a proposta de revelar a comicidade presente nas obras do bardo inglês. Nesta montagem, os clowns de Shakespeare se fundem ao palhaço nordestino para contar uma história divertida, recheada de encontros, desencontros, paixões e desamores. A música inclui forró, baião e outros ritmos nordestinos e é executada ao vivo pelos próprios atores. A direção é compartilhada por Fernando Yamamoto, diretor da companhia, e o mineiro Eduardo Moreira, integrante do Grupo Galpão.
Frátria Amada Brasil – Pequeno Compêndio de Lendas Urbanas: Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (SP)

3 e 4/9, às 19h
Pavilhão de Vidro do CCBB
SCES Trecho 2 Conjunto 22 - Fone: 3310-7087

Livre-adaptação da Odisséia, de Homero, o espetáculo convida o espectador a percorrer o universo mítico das ruas das grandes cidades, tendo como fio condutor a trajetória de Zé Ninguém, um brasileiro que busca a cada cena mostrar um pequeno caleidoscópio do homem urbano, que tenta sobreviver e compreender o tempo que lhe tocou viver. O Núcleo Bartolomeu baseia seu trabalho na cultura de rua, especialmente no hip hop. A direção é de Claudia Schapira, que também assina a dramaturgia.
História de Amor (Últimos Capítulos): Teatro da Vertigem (SP)

4 e 5/9, às 19 e 21h
Teatro do CCBB
SCES Trecho 2 Conjunto 22 - Fone: 3310-7087

Leitura cênica de História de Amor (Últimos Capítulos), do dramaturgo francês Jean-Luc Lagarce, feita pelo Vertigem em palco italiano. A platéia, que se senta no palco junto aos atores, tem a opção de acompanhar a história pelo texto que encontra sobre as cadeiras, mas é praticamente impossível prestar atenção ao papel com as atuações de Roberto Audio, Luciana Schwinden e Sergio Siviero. Escrito em 1983, o texto trata do encontro de um homem e de uma mulher com um outro homem, com quem ambos tiveram uma história de amor. Eles o abandonaram para viverem juntos. Esse homem, então, sozinho, escreve, lê, lembra-se da história que os uniu no passado. É a lembrança de uma história, mas também a sua recriação.
Isadora.Orb, a Metáfora final: Ricky Seabra e Andrea Jabor (RJ)

1 e 2/9, às 21h
Sala Martins Penna
Teatro Nacional Claudio Santoro
Endereço: Eixo Monumental - Fones: 3325-6239 e 3325-6256, das 12h às 20h.

Espetáculo que une o trabalho do designer e performer Ricky Seabra e da coreógrafa e bailarina Andrea Jabor. Trata-se de uma fábula-manifesto contra o monopólio das ciências sobre a exploração espacial. Enquanto Seabra constrói imagens ao vivo com cartões, fotografias, pratos fazendo projeções ao vivo, Andrea dança dentro das imagens. Apresentam obras inéditas ao público, como a primeira canção escrita no espaço. A obra é fruto da tese de mestrado em Desenho Industrial de Ricky, na qual propõe um módulo espacial, o Módulo ISADORA, para abrigar artistas a bordo da Estação Espacial Internacional. Através de metáforas de mar e mergulho, profundidade e altura, os artistas criam diálogos entre imagens e movimentos. Juntos desvendam 'A Metáfora Final'.
O Poço: Le Plat du Jour (SP)

6 e 7/9, às 20h
Pavilhão de Vidro do CCBB
SCES Trecho 2 Conjunto 22 - Fone: 3310-7087

Primeiro espetáculo das atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto que foge ao tom de comédia e dedicado ao público adulto , O Poço é um projeto de teatro físico. O tema principal é a água ou mais precisamente a falta dela. As intérpretes criam um paralelo entre o fim do amor e a escassez crescente dos recursos hídricos do planeta. A direção é de Sandro Borelli.
Angu de Sangue: Coletivo Angu de Teatro (PE)

6 e 7/9, às 21h
Caixa Cultural
SBS Quadra 4 Lote 3 e 4 - Fone: 3414-6456

O espetáculo multimídia saiu direto da obra do autor pernambucano Marcelino Freire para o palco pelas mãos da companhia pernambucana Coletivo Angu de Teatro. Com direção de Marcondes Lima, a peça traz temas inerentes à vida nas grandes cidades, como solidão, desigualdade social, preconceito, descaso. Composto por dez quadros distintos, interligados por cenas musicais nas quais os atores cantam a trilha sonora original, a peça apresenta uma grande variedade de tipos urbanos.
Jandira: (PE)

7 e 8/9, às 19h
Teatro Garagem
W-4 Sul, Quadra 913 - Fone: 3445-4400

Com o título inspirado num poema do escritor mineiro Murilo Mendes (1901-1975), o espetáculo promove o diálogo entre teatro, literatura, performance e dança contemporânea. Criado pelo ator, bailarino e encenador Kleber Lourenço, Jandira dá continuidade a uma pesquisa dramatúrgica inspirada na literatura, iniciada por Lourenço em 2004, quando coreografou e dirigiu o espetáculo Para Meu Silêncio, que teve como inspiração o universo poético da escritora Hilda Hilst.
Fernando e Isaura : (PE)

8 e 9/9, às 21h
Caixa Cultural
SBS Quadra 4 Lote 3 e 4 - Fone: 3414-6456

Primeira adaptação para o teatro do romance escrito por Ariano Suassuna em 1956, intitulado A história de amor de Fernando e Isaura, a peça leva ao palco a lendária história de Tristão e Isolda. Ambientada nas Alagoas, às margens do Rio São Francisco, a peça desvenda o romance proibido entre o vaqueiro Fernando e a romântica Isaura, prometida em casamento a Marcos, tio de Fernando que o criou desde pequeno. Nas músicas executadas ao vivo pelo grupo SaGRAMA, responsável pela montagem, estão xotes, baiões, cocos-de-roda e marchinhas de guerreiro, folguedo típico das Alagoas. A direção é de Carlos Carvalho.
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