PONTO DE ENCONTRO

Ponto de Encontro é o espaço de congraçamento do festival, o lugar onde artistas e público se encontram, trocam sobre processos criativos e celebram as artes cênicas. Sempre gratuita, a programação mescla teatro com música em uma rica combinação de artistas dos mais variados gêneros em apresentações no Museu Nacional da República.



Buraco do Jazz

Ocupação musical gratuita, o projeto surgiu a partir da busca por espaços físicos culturais no DF, na possibilidade de reunir apresentações de jazz compostas, tocadas, cantadas e produzidas por moradores da cidade. Conhecido por reunir semanalmente centenas de brasilienses para uma socialização em torno da música instrumental, o projeto levará para a programação do Cena uma série de artistas locais.

Veja a programação:


23 de agosto, às 21h

Banda 300 & Jazz (DF)



24 de agosto, às 21h

Moisés e Trio de Jazz (DF)

Quarteto 505 (DF)



25 de agosto, às 21h

Ricardo Bap Trio (DF)

Sapiens Trio (DF)


26 de agosto, às 21h

Clara Telles (DF)

Lene Mattos (DF)


27 de agosto, às 21h

André Martins Trio Jazz (DF)

Sapiens Trio (DF)


31 de agosto

21h30: Brazilian Blues Band (DF)

A participação da banda acontecerá por meio do projeto "Bebendo Blues, Comendo Jazz, Entre Alucinações e Memórias - Tributo a Belchior". A primeira edição do "Bebendo Blues” levou um público de cerca de 2.000 pessoas a cantarem em coro, junto à Brazilian Blues Band, os maiores sucessos de Belchior.

22h20: DJ Pequi (DF)

À frente do selo Pequila, Elô Barbosa a.k.a. DJ Pequi é um dos mais badalados nomes da noite alternativa brasiliense, dedicando-se à pesquisa de ritmos latinos e caribenhos no cerrado.

22h40: Alberto Salgado (DF)

Vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2017, pelo melhor álbum de Música Regional com o disco “Cabaça d’Água”, o brasiliense Alberto Salgado é multi-instrumentista, autor de mais de 300 composições e com uma trajetória que acumula 17 prêmios na bagagem.


23h50: Tulipa Ruiz & Marcelo Jeneci (SP)


Tulia e Janeci


1º de setembro

21h: Judas (DF)

Formada em Brasília em 2009, no encontro entre o vocalista e compositor Adalberto Rabelo e o violeiro Fábio Miranda, Judas é uma conjunção de músicos experientes e de donos de trajetórias sonoramente diversas. No palco, a banda irá apresentar canções que fazem parte do EP “Casa de Tolerância nº 1” e aprofundam a aposta entre a viola caipira e o pop-rock urbano.

21h50: DJ Gérson Deveras (DF)

Gérson Deveras é “fazedor multi-arte” brasiliense, atuando como poeta, cantor, compositor, videomaker, performer e DJ.


22h10: Cabeça (um documentário cênico) (RJ)


Cabeça

Este espetáculo cênico musical celebra os 30 anos do álbum “Cabeça Dinossauro”, da banda paulista Titãs. Realizada por Felipe Vidal e pelo coletivo teatral Complexo Duplo, a montagem foi concebida a partir das canções do álbum e de seu forte posicionamento político frente a questões como Estado (Polícia, Estado Violência), religião (Igreja), capital (Dívidas e Homem Primata) e família.


00h10: DJ Gérson Deveras (DF)


01h00: DJ Ops (DF)

Rafael Ops é pesquisador musical e atua em projetos criativos como DJ. Já fez parte do coletivo Criolina de DJs, foi fundador da banda Sistema Criolina e atualmente prepara-se para lançar novo projeto autoral com base no rock.


2 de setembro

17h às 21h: DNA de DAN – Maikon K (PR)

Dança-instalação de Maikon K, a performance acontece dentro de um ambiente inflável criado pelo artista Fernando Rosenbaum. O público poderá entrar nesse espaço e lá permanecer. Interação com o público a partir das 20h.

21h: Nuggetz (DF)

Trio brasiliense de dub core liderado pelo experiente Frango Kaos (baixo, synths e efeitos) juntamente com Caio Bahia (guitarra) e Thaise Mandalla (bateria), o Nuggetz foi formado no início de 2016. Nesse projeto, Frango alia seus conhecimentos de músico e técnico de som, produzindo em tempo real os clássicos efeitos de dub sobre uma base orgânica.


22h10: Não Recomendados (RJ)


Não Recomendamos

Espetáculo protagonizado por três autores-intérpretes – Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes – a montagem tem como principal proposta transformar, questionar e provocar os padrões comportamentais da sociedade. A faixa “Não Recomendado”, composta por Caio Prado, é a raiz do grupo, música que se apresenta, a um só tempo, como grito de liberdade e discurso contra o preconceito.


23h40: Plano Contra Plano. Visión Curva – Óscar Testón (Espanha)

O projeto exibido pelo diretor artístico espanhol Óscar Testón irá projetar no Museu Nacional inquietudes, desejos e protestos. São pequenos relatos visuais, conectados entre si, mas sem uma continuidade obrigatória. Depois de mais de 15 anos projetando imagens como VJ, Óscar tem concentrado a sua carreira no videomapping.


0h: Otto (PE)


Otto

Um dos destaques musicais de sua geração, o cantor, compositor e percussionista pernambucano Otto apresentará no palco do Cena o repertório de seu mais recente álbum, “Ottomatopeia”, recém-lançado e já apontado como o mais maduro de sua carreira. No disco, o músico traz composições autorais e aponta sua verve ácida e lúcida para temas como a tortura política, a África ancestral, o cenário social brasileiro, a contemporaneidade e, sobretudo, o amor.


01h30: DJ Donna (DF)

Figura fundamental da black music brasiliense, Donna é uma das DJs do DF de maior projeção nacional. Residente de grandes festivais brasiliense, a artista circula pelo Brasil, reivindicando a presença feminina no universo hip hop.


3 de setembro

17h: Junior Ferreira e Victor Angeleas (DF)

Duo instrumental formado pelo acordeonista e compositor Junior Ferreira e pelo bandolinista de 10 cordas e compositor Victor Angeleas, o projeto mescla arranjos inéditos e composições próprias, sob a influência do som de mestres como Jacob do Bandolim, Radamés Gnattali, Pixinguinha e Astor Piazzolla.

17h50: DJ Wash (DF)

Tocando na noite brasiliense desde 2002, Wash é um dos criadores da crew Funk the System e tem envolvimento em inúmeros projetos de produção musical com labels de todo o mundo, além de ministrar aulas de discotecagem.

18h10: Saci Weré (DF)

Criada em 2014, a banda passou por diversas formações e teve importante presença na cena underground do DF. Seus arranjos misturam afrobeat, salsa e até o brega; e suas letras remetem a uma poética da antropofagia desvairada, reverenciada na figura mitológica do Saci.

19h: DJ Wash (DF)


19h20: CCOMA (RS)

Duo eletrônico formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista Luciano Balen, tem como matéria-prima a música eletrônica, utilizando-se de elementos orgânicos como percussão, trompete, flugelhorn e acordeon nas composições. Para o show em Brasília devem trazer como destaque o repertório do mais recente disco, “Subtropical Temperado” (2016), no qual incorporam músicas de raiz de diferentes regiões da América do Sul ao som de sintetizadores e timbres que moldaram a estética do final dos anos 1970 e do começo dos anos 1980.

20h50: DJ Nagô (DF)

Com influência da música negra, Nagô busca conhecer sons de todo canto do mundo, mostrando-se grande pesquisador do universo dos vinis, além de criador da Urukombi, projeto de discotecagem em uma kombi adaptada aos toca-discos.


21h10: Lô Borges (MG)


Lo Borges

Em 1972, Lô Borges lançou dois LPs emblemáticos da história da discografia brasileira: ao lado de Milton Nascimento, o “Clube da Esquina”, célebre testemunho musical de uma geração; e o que ficou conhecido como o “Disco do Tênis”, por conter na capa o nome do artista e um par de tênis surrados. No ano passado, Lô Borges decidiu revisitar o singular território do Tênis e convidou o cantor e compositor Pablo Castro para reconstituir a teia sonora do disco em um show ao vivo. Ao lado de Lô Borges estarão os jovens músicos Guilherme De Marco (violão, guitarra e vocal), Marcos Danilo (violão, guitarra, percussão e vocal), Alê Fonseca (teclados), Paulim Sartori (baixo, bandolim, percussão e vocal) e D'Artganan Oliveira (bateria, percussão e vocal).


22h40: DJ Nagô (DF)

Realização

Patrocínio

Apoio

Incentivo e fomento

Este projeto é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal e do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.